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O trabalho do Grupo Anjos da Noite é um grande sucesso. Nossa gratidão à todos que nos
contribuem para a continuidade do trabalho.
Nunca se esqueça: Doar
objetos é importante, participar é gratificante.
PARA SER UM VOLUNTÁRIO
Para
ser voluntário do Grupo Anjos da Noite não há necessidade de
experiência, apenas a vontade de amar ao próximo. Vá a nossa sede,
aos sábados, entre 18.30 e 19:30 horas, faça seu cadastro e já
começa a trabalhar conosco no mesmo dia. Antes de começarmos a
trabalhar fazemos uma apresentação do trabalho aos novos
voluntários, para que todos possam entender exatamente qual a missão
do Anjos da Noite.
Nossa sede fica na Rua Jose Teixeira da Silva, 15
– Parque das Paineiras – ( 100 metros da estação do Metrô Artur
Alvim, travessa da Avenida Águia de Haia, em frente ao número 312.
Telefone 11 2280 4587. Estamos de plantão todos os sábados, a partir
das 10.00 horas. Desde já agradecemos sua intenção de colaborar com
o nosso trabalho.
Kaká Ferreira
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TERAPIAS
HOLÍSTICAS |
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Informamos
nossa programação
para o primeiro
semestre de 2010
em que
estaremos oferecendo à comunidade
AMBULATÓRIO
REIKI
Sábados, das 10
às 16h.
27/02 - 24/04 - 26/06
Para
participar, basta trazer
um quilo de
alimento não perecível (exceto sal)
ou um produto
de limpeza, que será doado ao
“Grupo Anjos da
Noite”
As vagas serão
limitadas, portanto pedimos que os interessados façam sua
reserva pelos telefones:
-
2154-1784 /
9732-0156 (c/ Josmi)
-
2154-4229 / 9134-5390 (c/ Elizabeth)
Venha desfrutar
dos benefícios da Energia Reiki
e ainda
concorra à sessões de Quick Massage!
Visite os
sites:
www.elizabethimmediato.terapiaholistica.net
www.anjosdanoite.org.br
Email:
elizabethimmediato@terapeutacorporal.com.br
Rua Dezoito de
Fevereiro, 196 – Chácara Mafalda / Vila Diva
(travessa da
Av. Sapopemba, altura do nº 3700)
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Albergues e Abrigos na cidade de São Paulo
FUNCIONAMENTO
24 horas por dia, ininterruptamente.
SERVIÇOS
CENTROS DE ACOLHIDA I
16 horas - oferecem banho, jantar, pernoite e café-da-manhã.
CAS CENTRO-OESTE
CENTRO DE ACOLHIDA BARRA FUNDA
Rua Norma Pieruccini Gianotti, 77
LYGIA JARDIM
Rua São Domingos, 39/51
Bela Vista - 3242-7601
institutolygiajardim@terra.com.br
ALBERGUE ESPAÇO LUZ
Praça Princesa Isabel, 75/77
Santa Cecília – 3221-2835
espaçoluz@superig.com.br
NOVA VIDA
Rua Francisca Miquelina, 343
República - 3106-2036 / 3106-2041
novavida_nv@hotmail.com
CAS SUDESTE
CASA SAMARITANOS
Rua Com. Nestor Pereira, 77
Pari - 3311-7184
casasamaritanos@hotmail.com
COR-AÇÃO
Avenida Alcântara Machado, 91
Brás - 3341-3391
pousadacoracao@terra.com.br
SÃO CAMILO I
Avenida Celso Garcia, 3316/2440
Mooca - 6192-0097
sbscalbergue@terra.com.br
CAS SUL
POUSADA DA ESPERANÇA
Rua Isabel Schimidt, 489
Santo Amaro - 5695-0457
pousadaesperança@terra.com.br
SANTOS DIAS
Rua Suzana Rodrigues, 135
Santo Amaro - 5548-2672
nucleodevivencia@terra.com.br
CENTROS DE ACOLHIDA II 24 horas
CAS CENTRO-OESTE
PROJETO OFICINA
BORACEA
Rua Norma Pieruccini Gianotti, 77
3392-1055
oficina.boracea@bol.com.br
COMUNIDADE METODISTA
Viaduto Pedroso, 111
Bela Vista – 3289-2755 / 3287-7056
comunidadepovoderua@terra.com.br
PORTAL DO FUTURO
Rua Deocleciana, 25
Luz – 3313-7020
25dejaneiro@uol.com.br
ZANCONE
Avenida Imperatriz Leopoldina, 1335
Lapa - 3832-2301
rogacionista@uol.com.br
LAR TRAVESSIA
Rua Cláudio Soares, 144
Pinheiros – 3815-2407 / 3098-0517
lactravessia@ig.com.br
COR ALBERGUE ESPERANÇA
Rua Cardeal Arco Verde, 3041
Pinheiros - 3812-9298
coresperanca@terra.com.br
CAS SUL
REENCONTRO
Rua Promotor Gabriel Nettuzzi Periz, 81
5523-8546
alberguereencontro@hotmail.com
CAPELA DO SOCORRO
Av. Senador Teotônio Vilela, 83
5667-9847
alberguecapela@santalucia.org
CAS SUDESTE
ARSENAL DA ESPERANÇA
Rua Dr. Almeida Lima, 900
Brás - 2292-0977
arsenaldaesperanca@sermig.org.br
SOLIDARIEDADE - ABECAL
Avenida Engenheiro Armando de Arruda Pereira, 1392
Jabaquara - 5015-2990
albergueabecal@uol.com
ESTAÇÃO BEM ESTAR
Avenida Tancredo Neves, 270
Ipiranga - 5062-1200
estacaobemestar@ihdi.org.br
ESTAÇÃO VIVÊNCIA
Rua Pedro Vicente, 421
Canindé - 3315-0286 / 3227-1722
estacaovivencia@uol.com.br
VIVENDA DA CIDADANIA
Rua Comendador Nestor Pereira, 75 B
Canindé - 3226-6880/3326-4983
vivendacidadania@hotmail.com
CASA SÃO LAZARO
Rua Brigadeiro Machado, 243/253
Brás - 2693-8015
alberguesaolazaro@hotmail.com
SÃO CAMILO II
Rua Ivai, 187
Mooca - 2294-8025
sbalbergue@terra.com.br
PORTO CIDADÃO
Rua Iguara, 560
Vila Prudente – 2912-6021
portocidadao@hotmail.com
COMEÇAR DE NOVO
Rua Emídio de Souza, 41
Penha - 2681-6860 / 2682-2107
alberguecomecardenovo@hotmail.com
CAS LESTE
São Mateus
Rua Mateo Bei, 1409
São Mateus – 2013-9693
centrodeacolhida.saomateus@gmail.com
Nova Conquista
Rua Guilherme Oliveira de Sá, 795
Ermelino Matarazzo - 2214-7176
SÃO MIGUEL
Rua Ribeiro dos Santos, 165
Vila Nitro Operária – São Miguel – 2058-3948
acolhidasaomiguel@santaluciasp.org
CAS NORTE
CASA ABRIGO SÃO
FRANCISCO DE ASSIS
Rua Antonio Santos Neto, 40
Santana – 2251-2277
casasfassis@terra.com.br
CENTROS DE ACOLHIDA ESPECIAIS
Voltados para segmentos específicos (idosos, mulheres com ou sem
filhos, catadores) e para pessoas que necessitam de cuidados
especiais de saúde após alta hospitalar da rede pública.
CAS CENTRO-OESTE
CASA DE CUIDADOS LAR
TRANSITÓRIO BATUÍRA
Rua Maria José, 311
Bela Vista - 3242-1854
g.e.batuira@terra.com.br
ABRIGO DOM BOSCO -
PARA CATADORES
Alameda Dino Bueno, 735
Campos Elíseos– 3361-3161
ocial@lcj.com.br
PROJETO OFICINA
BORACEA – IDOSOS
Rua Norma Pieruccini Gianotti, 77
3392-1055
oficina.boracea@bol.com.br
MORADA NOVA LUZ -
IDOSOS
Rua Helvétia, 234 Santa Cecília
CAS SUL
JARDIM UMUARAMA -
IDOSOS
Rua Eduardo Amigo, 103 - Jd. Umuarama
CAS SUDESTE
CASA DE APOIO MARIA
MARIA
Rua Comendador Nestor Pereira, 77
PARI – 3313-6067
casa.apoio@uol.com.br
SITIO DAS ALAMEDAS –
IDOSOS
Rua Comendador Nestor Pereira, 75 A
CANINDÉ – 3313-6067
casa.apoio@uol.com.br
CASA DE MARTA E MARIA
– BELÉM
Rua Catumbi, 427
2692-4416
socialmartaemaria@hotmail.com
LAR DE NAZARE (ABRIGO
ESPECIAL PARA FAMÍLIAS)
Rua Brigadeiro Machado 279
2292-6552
cornazare@uol.com.br
CASA DE SIMEÃO –
IDOSOS
Rua Assunção, 480
Brás - 3228-2064
socialsimeao@hotmail.com.br
9 NÚCLEOS DE CONVIVÊNCIA
Espaços voltados para o fortalecimento do convívio das pessoas, por
meio de oficinas e atividades técnicas especializadas. Também
realiza encaminhamentos para a rede socioassistencial.
Capacidade: 942 vagas
CAS CENTRO-OESTE
Porto Seguro
Rua Porto Seguro, 235
BOM RETIRO – 3326-6640
casaaeb@hotmail.com
Centro Alternativo de
Acolhida Dom Orione
Rua 13 de maio, 320/430
Bela Vista – 3106-7235
Mercia8000@ig.com.br
Minha Rua Minha Casa
Rua Dr. Lund, 361
Liberdade – 3271-8718 / 3277-0640
amrmcviaduto@uol.com.br
N.S.B.C – São Luiz
Gonzaga
Av. Rebouças, 305
3081-3485/3088-8488
casadeconvivencia@uol.com.br
São Martinho de Lima
Rua Siqueira Bueno, 667
2693-6251 / 2683-8709
saomartinhopovoderua@ig.com.br
Casa Restaura-me
Rua Monsenhor de Andrade, 746 – Brás
3326-7134 – 3228-6503
Núcleo de Convivência
com Restaurante Comunitário
Este serviço integra organizações sociais que realizavam
distribuição de alimentos nas ruas e atualmente utilizam este
espaço.
Restaurante
Comunitário Povo de Rua - Capacidade: 500 pessoas
Rua Penaforte Mendes, 56
3259-2776
refeitorio.penaforte@yahoo.com.br
Atenção Urbana
Espaço de Convivência “Jardim da Vida” “Dom Luciano Mendes de
Almeida”
Funciona diariamente das 8 às 20h, orientando pessoas e famílias em
situação de rua, da obtenção de documentos ao encaminhamento
profissional, e oferecendo atividades culturais e de lazer.
Rua Dom Pedro, 1015 - Sé
OUTROS SERVIÇOS PARA A
POPULAÇÃO DE RUA
• 1 Bagageiro: espaço para a guarda provisória de pertences.
Rua Visconde de Parnaíba, 700 – Brás.
Capacidade: 228 boxes.
• 4 Núcleos de Inserção Produtiva: oferecem oficinas de capacitação
para qualificar e reinserir essas pessoas no mercado de trabalho,
desenvolvendo suas habilidades. Além dessas oficinas, reúne também
os núcleos de catadores de materiais recicláveis.
Capacidade: 430 vagas.
.
• 1 Núcleo de Serviços com capacitação técnica: oferecem cursos nas
áreas de construção civil, elétrica, pintura, manicure e
cabeleireiro.
• 8 Repúblicas: para
os que já são independentes ou socialmente ativos, com alguma
autonomia , pois já têm emprego ou atividade remunerada. Essas
repúblicas são consideradas a "porta de saída" da rede de serviços
Capacidade: 282 vagas
• 2 Hotéis Sociais – vinculados aos centros de acolhida, para
pessoas socialmente ativas. Capacidade: 153 vagas
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Francisco Sergio Ferreira Jardim, Superintendente Federal
de Agricultura do Estado São Paulo, apóia e participa
das atividades dos Anjos da Noite desde de 1995, Jardim,
sensibilizou toda equipe da SFA/SP a apoiar o trabalho realizado
pelo Grupo Anjos da Noite, desde que foi criada a
"SFA SOLIDÁRIA" no Programa de Qualidade Total.
NOTICIÁRIO
"Prefeitura
corta 4 mil vagas em albergues em SP; movimentos sociais e
especialistas criticam
Câmara
Municipal cria
frente parlamentar para acompanhar situação dos moradores
de
rua. Para
ativistas, política higienista do prefeito Gilberto Kassab
acentua exclusão
Por: Jessica Santos e Suzana Vier
Publicado em 17/12/2009, 17:35
Última atualização em 18/12/2009, 11:17
Moradores
de
rua perderam
4 mil vagas em albergues no centro
de São Paulo
(Foto: Leroy Skalstad/Sxc.hu)
A possibilida de
de não
encontrar vaga em albergues para moradores
de
rua ou
pessoas em situação
de rua
é cada vez maior em São Paulo, com o fechamento
de seis
albergues, extinção
de 4 mil vagas e a restrição
de acesso às
vagas que restam. A reportagem da Rede
Brasil Atual acompanhou a acolhida (recepção)
em dois albergues do centro
de São Paulo
no fim da tarde
da terça-feira (15). Ouviu moradores
de
rua que temem
ficar sem lugar para dormir, se alimentar, tomar banho e
lavar roupa. "A gente não 'tá' aqui porque quer. Eu
desencontrei
da minha família em Santos, vim parar em São Paulo e
fiquei sem ter para onde
ir", lamenta Raimundo,
de 20 anos.
Jessé, de
27, há onze meses nas
ruas da
capital, espera sua vez para tentar uma pernoite no
albergue, mas já adianta que muitas vezes dorme na
rua por falta
de vagas.
"Aí, só 'turbinando' pra aguentar frio, chuva, barulho,
trânsito, gente passando, polícia, sabe como é, né?",
exclama, referindo-so ao consumo
de bebidas
alcoólicas.
"Pior mesmo é quando eles [do albergue] chamam a
polícia pra bater na gente, porque ficamos aqui no
viaduto. A gente sabe que o prefeito não quer que se
veja morador de
rua no
Centro", descreve.
Às 19h30, Jessé ainda não havia conseguido um lugar para
passar a noite e se alimentar.
Alex, 43 anos, veste roupas limpas, tem
debaixo do
braço uma bolsa pequena, semelhante às
de uma academia
de
ginástica, na qual guarda suas roupas. Ele trabalha
durante o dia e procura o albergue à noite, por falta
de condições
de manter uma
moradia. Segundo ele, a apreensão entre a população
de
rua é grande,
principalmente nos últimos meses,
desde
que surgiram informações
de que a
prefeitura vai restringir o acesso a albergues em toda a
cidade.
-

-
Ativistas denunciam
desmonte
da
-
assistência social em SP
- (Foto:
Emiliano Spada/Sxc.hu)
Ele expressa grande
preocupação, porque acredita que vai conseguir um lugar
para ficar em breve mas, até lá, precisa do albergue.
"Eu vou ter moradia logo. Mas preciso
de lugar pra
dormir, pra não desandar
tudo". Alex explica que é muito difícil conseguir
emprego sendo morador
de
rua, por isso
é preciso um lugar "pra tomar banho, cuidar da roupa,
dormir, ter algo no estômago".
De acordo
com Robson Cesar Correia
de Mendonça,
ex-morador de
rua e coordenador
geral do Movimento Estadual da População em Situação
de
Rua
de São Paulo,
cerca de 20
mil pessoas estão em situação
de
rua na
capital. Problema que tente a piorar, caso a prefeitura
realmente imponha novas regras para acesso aos
albergues. “Temos informações
de que só
deficientes
físicos e pessoas com mais
de 60 anos
vão ter atendimento”, afirma. “Serão mais 4.500 pessoas
dormindo nas ruas
diariamente”, avalia.
Desmonte
"Estamos vendo um
desmonte lento dos serviços
de
assistência social para a população
de
rua e
crianças", afirma Alderon
Pereira da Costa, editor do jornal 'O Trecheiro', que
retrata a situação
de moradores
de rua.
"Sabemos que a Secretaria
Municipal
de
Assistência Social vai soltar uma portaria com nova
regulamentação para o atendimento à população
de
rua. E nela
estariam sérias restrições para utilizar albergues, por
exemplo", cita Costa. Segundo ele, o abrigo mantido pela
Associação Evangélica Brasileira,
na Avenida Brigadeiro
Luís Antonio, onde
estão 83 pessoas, entre elas 33 crianças, já foi
formalmente comunicado
de
fechamento.
Entretanto, ainda não há um lugar para transferir as
pessoas. "É um equívoco muito grande
desse governo
[Kassab]. Ele está fragilizando a assistência social e
usando a PM [Polícia Militar] e a GCM [Guarda Civil
Metropolitana] para expulsar os moradores do centro.
Quem fica sofre violência",
denuncia.
O vereador Chico Macena (PT-SP), em entrevista à
Rede
Brasil Atual, condenou
as ações da prefeitura em relação aos moradores
de
rua. "A
prefeitura fechou seis albergues na região central
de São Paulo
e está fazendo tudo para mandar os moradores
de
rua para a
periferia. É um erro, porque a sobrevivência
deles está
relacionada a pequenos trabalhos no centro
de São
Paulo", dispara. "Não adianta albergue na periferia".
Segundo Macena, só no centro da capital foram fechadas 4
mil vagas em albergues.
O desmantelamento
da estrutura de
assistência social e a falta
de
assistência à população
de
rua levou a
Câmara Municipal
de São Paulo
a criar uma Frente Parlamentar em
Defesa da
População de
Rua.
A ideia é
discutir os problemas dos moradores
de
rua. "Nós
temos uma legislação
municipal que estabelece política
de
acolhimento, atendimento na área
de saúde,
psicológica, atendimento a drogadito e uma política para
retirar a população da situação
de
rua, dando
condições com políticas
de geração
de renda",
explica Macena.
Entretanto, a legislação está sendo
descumprida e
os moradores estão
desassistidos, afirma o parlamentar. "Tivemos
situações recentes em que a prefeitura mandou jogar água
nos moradores de
rua no
Centro. Colocaram ferro no meio dos bancos para impedir
que as pessoas dormissem. Estão fechando albergues. Isso
não é política pública".
Mendonça, do Movimento Estadual
de População
em Situação de
Rua,
denuncia que
a PM passará a prender
os moradores de
rua que
estiverem deitados
ou dormindo nas calçadas, com base na antiga 'lei
da vadiagem'. "A partir
de janeiro,
quem estiver dormindo na
rua será
preso".
Sem política pública
-

-
Moradores de
rua temem
restrições
- que
podem
deixar
mais
-
4.500 moradores sem local
- para
pernoitar
-
Foto: H. Dominique Abeb/Sxu.hu)
A professora Titular da Pontifícia Universidade
Católica (PUC/SP), Aldaiza Sposati, lamenta a falta
de política
pública da cidade
de São Paulo
para a população em situação
de
rua. Se forem
confirmadas as restrições à assistência dos moradores
de
rua, "é
preciso denunciar
ao Ministério Público", avalia. "Isso seria uma agressão
a Loas (Lei
Orgânica de
Assistência Social) e a
Lei
Municipal
12.316/97".
Falando à Rede,
Aldaiza criticou a atuação da secretária
Municipal
de
Assistência Social - que também é vice-prefeita da
capital - Alda Marco Antonio (PMDB). "A secretária tem
dificuldade
de condução
da assistência social do município. Ela não fica atenta
às necessidades
da área. Fica mais no gabinete da prefeitura".
Outro problema, segundo ela, é a administração do
prefeito Gilberto Kassab (DEM)
tratar a política de
assistência social como se fosse uma política do PT. "É
ruim a condução da política [de
assistência social] do município", analisa.
Apesar do baixo investimento na área, a prefeitura
chega a devolver
recursos para o governo federal.
"Eles não conseguem fazer a gestão dos recursos. São
displicentes porque seria uma política do PT", aponta.
Em novembro, os trabalhadores da assistência social
chegaram a realizar um protesto em frente ao gabinete do
prefeito contra cortes
de verbas
para o setor. A administração
de Gilberto
Kassab (DEM)
não concede
reajuste aos convênios firmados com organizações sociais
há três anos.
Na ocasião, o padre Jaime Crowe, presidente
da ONG Sociedade
dos Santos Mártires, reiterou que o protesto foi um
“grito de
desespero das
entidades”.
O orçamento aprovado na Câmara
Municipal
de São Paulo,
na terça (15), prevê cerca
de R$ 316
milhões para a assistência social, mais R$ 431 milhões
do Fundo Municipal
específico para a área. Mas para o Fórum
de
Assistência Social da Cidade
de São Paulo
o setor precisa receber em torno
de R$ 1,5
bilhão para atender
à demanda. O
valor que a prefeitura
deverá dispor
para assistência social é
de 50% do
necessário.
A administração dos albergues procurados pela
reportagem afirmaram que a área está passando por
reformulações com o fechamento
de diversas
unidades, mas
não há deliberação
formal da prefeitura indicando restrições ao atendimento
de moradores
de
rua."
Matéria Publicada na Rede Brasil Atual.
http://www.redebrasilatual.com.br/temas/cidades/prefeitura-cortou-4-mil-vagas-em-albergues-em-sp-movimentos-sociais-e-especialistas-criticam.
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